Após uma mobilização da Associação Sul Catarinense de Empresas Funerárias, a Justiça concedeu uma liminar para que empresas de outras cidades possam atender em Criciúma. A situação no município criciumense era uma das principais demandas da associação, formada em agosto. Isso porque a prefeitura havia realizado uma licitação, no qual os moradores não poderiam contratar serviços funerárias de outros municípios (ENTENDA MAIS AQUI). Com a decisão, divulgada nesta semana, a Justiça determinou que o município de Criciúma se abstenha de exigir que a funerária tenha localização na cidade onde será realizado o sepultamento. Antes da decisão, apenas empresas da Central Funerária de Criciúma ou da cidade do sepultamento poderiam fazer o atendimento.

Em entrevista no programa Comando Marconi, o presidente da associação, Rangel Quaglioto, falou mais sobre o assunto. Ouça:

 

Rangel ainda comentou sobre a operação Mercadores da Morte, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). A ação, realizada no fim de novembro, teve o objetivo de apurar suposto crime contra a ordem econômica, conhecido como cartel, crime na relação de consumo e crime contra a paz pública (SAIBA MAIS).