A secretária de Saúde de Cocal do Sul, Giovana Galato, orientou a população sobre os malefícios dos fogos de artifício com estampido. Em entrevista, a secretária destacou que há uma lei estadual que proíbe a comercialização e a utilização desses foguetes. Giovana ressaltou que os fogos trazem um incômodo para as pessoas idosas, pacientes doentes, crianças autistas, pessoas com hipersensibilidade sonora e animais, além de outros grupos de pessoas.
A secretária reforçou os problemas que os fogos podem gerar. “Esse estampido pode causar sobrecarga sensorial, medo, choro, crises de ansiedade, desorganização, que é bem comum, dessas crianças autistas”, explicou. Giovana também comentou que o barulho causado pelos fogos afetam os idosos e as pessoas acamadas. Ouça a entrevista completa realizada no Comando Marconi:
Parte 01
Parte 02
Segundo Giovana, as pessoas que perceberem a venda dos fogos de artifícios com estampidos devem denunciar para a Polícia Civil, através do 181 ou na própria delegacia. Já as pessoas que presenciarem a utilização dos fogos com estampido devem denunciar para a Polícia Militar pelo 190. Os fogos luminosos que não têm estrondos são permitidos. A lei está em vigência desde março de 2026.
A secretária destacou que há situações em que as pessoas não têm conhecimento sobre essa legislação. “Às vezes, tem alguém vendendo, na inocência, sem saber dessa lei e também sem saber dos malefícios que fogos com estrondos como esse trazem para a nossa gente”, refletiu. Ela comentou também que será preparado um material para divulgação, para que os cidadãos entendam a importância do respeito com o próximo.
Apae de Cocal do Sul
A Secretaria de Saúde enviou um projeto para a Câmara de Vereadores para ampliar a carga horária de alguns profissionais da saúde com repasse financeiro, por conta dos serviços que a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) presta para o município. Giovana elogiou o trabalho realizado pela instituição. “Hoje eles são nossa referência para atendimento a deficiências intelectuais autistas níveis 2 e níveis 3”, disse.
A secretária comentou sobre o apoio da prefeitura para a instituição. “Lembrando que a nossa gestão, a prefeitura repassa recursos para ajudar na folha de pagamento, para ajudar na merenda, para ajudar no combustível”, contou. Ainda segundo Giovana, esse apoio da prefeitura custa em torno de R$ 1,3 milhão por ano. Além do repasse financeiro de R$ 710 mil, que deverá subir por conta de um projeto que será enviado ao Legislativo. “Agora desceu um projeto para ampliar mais R$ 100 mil, de R$ 710 mil para R$ 810 mil aumentando a carga horária de profissionais da saúde para atender a demanda, a necessidade”, complementou.





































