Um homem foi preso após descumprir uma medida protetiva de urgência em favor da própria irmã, em Morro da Fumaça. O caso foi registrado por volta das 19h20 dessa quinta-feira, dia 22, no bairro Ibirapuera. De acordo com a Polícia Militar, a guarnição foi acionada após o disparo do botão do pânico, instalado no celular da vítima. A mulher possuía uma medida protetiva de urgência conta o próprio irmão, com proibição de aproximação a menos de 200 metros e de contato por qualquer meio. Durante o deslocamento, a polícia localizou o homem nas proximidades e realizou a abordagem.
Em relato à polícia, a vítima informou que o irmão foi até a residência do pai, onde ela também estava, e passou a agir de forma agressiva e ameaçadora. Segundo a PM, a mulher relatou que o homem teria proferido ameaças de morte, inclusive fazendo referência a uma possível arma de fogo, além de ofensas e acusações. A vítima disse para a PM que vinha sendo intimidada e manifestou temor por sua segurança.
Diante dos fatos e dos indícios de descumprimento da medida protetiva, ameaça e demais crimes contra a honra, o homem recebeu voz de prisão. Conforme a polícia, ele apresentava sinais aparentes de embriaguez. Ele foi conduzido à Central de Plantão Policial de Criciúma para os procedimentos legais cabíveis. A vítima informou que o imóvel possui câmeras de segurança e que as imagens seriam encaminhadas à Polícia Civil para auxiliar na apuração dos fatos.
Botão do pânico
O botão do pânico é uma ferramenta de proteção destinada a mulheres que possuem medida protetiva de urgência. Instalado no celular da vítima, o recurso permite acionar rapidamente a Polícia Militar em situações de risco, como ameaças ou aproximação do agressor, possibilitando o envio de uma guarnição para atender à ocorrência.
Denuncie
A violência contra a mulher pode se manifestar de diferentes formas, incluindo agressões físicas, ameaças, intimidação, violência psicológica e ofensas. Mulheres que se sentem ameaçadas ou estão em situação de risco podem buscar ajuda pelo telefone 190, da Polícia Militar. Denúncias também podem ser feitas pelo Ligue 180, canal nacional de atendimento à mulher, que oferece orientação e encaminhamento para a rede de proteção.




































