Há uma semana, Ricardo Fabris (MDB) está respondendo de forma interina pela prefeitura de Criciúma. O vice assumiu a gestão após a prisão preventiva do prefeito Clésio Salvaro (PSD), ocorrida no último dia 3, na nova fase da Operação Caronte (LEIA MAIS AQUI). Em entrevista, Fabris afirmou que a prioridade é no fluxo do caixa e na manutenção da cidade, já que o último quadrimestre do ano é o mais preocupante, devido ao fechamento das contas da prefeitura. Além disso, Fabris ainda afirmou que não sabe por quanto tempo ficará de forma interina da prefeitura, já que não há previsão para a saída de Salvaro da prisão preventiva.
Ricardo destacou que não irá fazer nenhuma grande obra no município porque não há tempo para isso. “O que sobra para mim, o que sobra para quem está na cadeira hoje de prefeito é garantir a manutenção da cidade, é garantir a continuidade das obras que estão em andamento, é não deixar os serviços essenciais pararam e serem prejudicados, e garantir que nesse último quadrimestre o fluxo de caixa esteja em dia, porque nós temos um tribunal de contas pela frente”, reforçou o prefeito interino. Ouça a entrevista completa realizada no programa Comando Marconi:
Sobre a situação do serviço funerário de Criciúma, alvo da Operação Caronte, Fabris disse que uma comissão interna está trabalhando para analisar os contratos. “Hoje à tarde eu tenho uma reunião com essa comissão para eu saber exatamente o que se passa, exatamente quais são os contratos, o que dizem os contratos. Eu não participei de nenhuma reunião, eu não participei de nenhum encontro, eu não participei de nenhuma discussão, eu não participei de absolutamente nada sobre a Central Funerária e os contratos com as funerárias. Eu fui apenas à inauguração da Central Funerária, nem discursei eu discursei. E agora nesse momento eu preciso me inteirar sobre essa questão da Central Funerária porque as pessoas já começam a cobrar na rua”, comentou. “Dizer que eu vou fechar a Central Funerária, vou encerrar os contratos com as funerárias, isso eu não posso dizer agora em hipótese alguma, eu não vou pelo impulso e nem pela emoção de ninguém, absolutamente ninguém que me peça isso. Eu vou pela razão, o que é certo e o que é errado. Então tem essa comissão que tem a obrigação de me apontar o que pode e o que não pode. Aí nós vamos analisar, durante o decorrer aí, como é que a gente faz com essa situação”, acrescentou.




































