Um interesse despertado aos 8 anos de idade, hoje se transformou em uma profissão que ensina a arte da dança a diversas pessoas. Tamara Dal Molin começou a fazer balé ainda criança. Atualmente, é professora de dança e possui mais de 100 alunos, entre crianças, jovens e adultos. “A minha vida é a dança. Não me vejo fazendo outra coisa, e que bom poder trabalhar com o que a gente ama”, destaca Tamara. Tamara começou a participar de competições aos 11 anos de idade, seja em solos ou em conjuntos. “A gente trabalhava muito, ensaiava muito. Quase todos os dias tinha ensaio, apresentações, finais de semana. Então, sempre foi em função da dança a minha vida inteira”, diz. “Agora, como professora, é um pouco diferente ser bailarina e estar dentro de sala de aula, dando aula, ministrando aulas. Mas é um desafio de poder passar aquilo que eu sei adiante”, acrescenta.

O Dia Internacional da Dança foi lembrado na terça-feira, 29 de abril. O assunto foi abordado com mais detalhes em entrevista com Tamara no programa Ponto de Encontro. Ouça na íntegra e conheça mais sobre a dança:

 

Tamara relembra uma situação que marcou sua carreira como bailarina. Em uma apresentação, a música em que dançava parou de repente. “Eu continuei até o final sem música. Todo mundo me aplaudiu de pé. Foi lindo, foi emocionante. Eu saí do palco chorando e a minha professora veio falar comigo, ‘você está chorando?’, ‘não, eu estou feliz'”, recorda. “A gente sempre foi instruída a continuar, qualquer coisa que aconteça, continue”. acrescenta. “A dança não é só balé, a dança são outras vertentes e que bom poder participar de outras vertentes. Eu já fiz jazz, já fiz contemporâneo e já participei com o modão também”, conta.

Para Tamara, a dança é uma espécie de terapia. “A parte da coordenação, a parte da concentração, depois também a parte da disciplina, ela muda o ser humano. Eu acho que todo mundo devia dançar. Eu acho que quem dança, eu sempre digo assim, brincando, quanto mais gente dançando, menos gente chata. Eu falo assim, todo mundo devia experimentar a música, a dança, tocar um instrumento”, pontua.

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