Com sede em Morro da Fumaça e atendendo toda a região sul, o Colégio Interação completa 25 anos de atuação em 2026. As atividades tiveram início em 1998, como contou a diretora Júlia Maccari Espíndula. “Tudo começou lá em 98, 99, com a Fábi e a Renata, que fundaram uma escola. Depois veio o seu Domingos Colombo, que comprou a escola e trouxe para a sede que hoje é no bairro Bortolatto, próximo ao cemitério municipal. Hoje, os mantenedores são o Sandro e o Evandro, filhos do seu Domingos. Nós temos profissionais na escola que vão completar 20 anos de casa neste ano; estão lá há muito tempo. Gostaria de mandar um abraço especial à professora Ivonete e à professora Eunice. A gente preza pela permanência dos bons profissionais, de pessoas que estão lá há muito tempo”, ressaltou.
A história do Colégio Interação mostra que o primeiro nome fantasia foi Mundo Verde, e a escola atendia exclusivamente à Educação Infantil. A instituição começou sua trajetória em uma casa de madeira alugada, com apenas cinco alunos, apresentando à comunidade de Morro da Fumaça uma proposta pedagógica diferenciada, fundamentada na linha construtivista e na valorização da interação da criança com o meio ambiente.
Com o crescimento da demanda e a consolidação de sua proposta educacional, a escola passou por importantes avanços. Em 11 de dezembro de 2001, obteve aprovação para o funcionamento do Ensino Fundamental.
Ouça mais na entrevista com a diretora Júlia Maccari Espíndula, com a coordenadora pedagógica Aline Fernandes e com a secretária Jaqueline Fernandes:
As famílias que desejarem conhecer mais sobre o Colégio Interação estão convidadas a visitar a instituição, como explicou a diretora. “Então, fica aqui o nosso convite para todos os ouvintes que quiserem conhecer o Colégio Interação, localizado no bairro Bortolato, em Morro da Fumaça. Estamos lá para mostrar nossa proposta. A escola está sempre de portas abertas, mas o ideal é marcar uma visita pelo WhatsApp 98444-0270, assim conseguimos atender da melhor maneira, mostrar a estrutura e apresentar a proposta pedagógica. Só indo lá mesmo para entender essa energia da escola, esse diferencial que temos”, frisou Júlia.
Da Redação




































