Natural de Urussanga, o seminarista Guilherme Menegazzi Barbosa será ordenado diácono neste sábado, dia 28. Além dele, que tem 26 anos de idade, outros quatro seminaristas também serão ordenados diáconos na Basílica Santuário Sagrado Coração Misericordioso de Jesus, em Içara, a partir das 15 horas. Guilherme entrou no seminário propedêutico em 2016, em Nova Veneza, aos 18 anos, cursou Filosofia durante três anos em Brusque e Teologia, por quatro anos, em Florianópolis, tendo se formado no início deste mês. “Nós temos o primeiro grau da ordem, que é o diaconal, é como a porta de entrada; o segundo grau é o presbiterado, que é o ser padre; e o terceiro, o episcopado”, explica o seminarista.
Na semana passada, os cinco seminaristas que serão ordenados participaram de um retiro espiritual em Bom Jardim da Serra, junto com o bispo Dom Jacinto Inácio Flach. “Nós rezamos um pouco do rito da ordenação que nós vamos ver agora, tanto sábado quanto no próximo ano, que nós cinco seremos ordenados padres”, conta. Segundo Guilherme, os cinco também realizaram dois importantes ritos durante o retiro: a Procissão de Fé e o Juramento de Fidelidade. Tratam-se de procedimentos oficiais que declaram a reafirmação da fé e também o servir a igreja. “Nós assinamos essa profissão de fé e fica nos arquivos da Cúria da Diocese”, salienta.
O seminarista Guilherme participou de uma entrevista especial no programa Ponto de Encontro e falou mais sobre a sua trajetória da igreja e a preparação para a ordenação diaconal. Ouça na íntegra:
A data para a ordenação presbiteral de Guilherme ainda não foi divulgada, mas deve ser em 2025. Sobre sua formação, Guilherme destaca que é um momento esperado por anos. “É muito interessante esse momento porque lembro quando a gente entra, tem sempre os encontros de seminaristas todo ano, no começo, tu olha os que vêm da teologia, ‘um dia vou estar lá’, ‘um dia vou estar no quarto ano’, e chegou, chegou o quarto ano de teologia, chegou o último ano de seminário”, comenta. O seminarista também agradeceu a todos que ajudaram na caminhada. “Desde quando eu entrei no seminário em 2016, são incontáveis as pessoas e eu realmente não tenho a dimensão do que é isso, porque muita gente me ajudou sem nem eu saber. Então, são nove anos de muita gente, muita ajuda, sou eternamente grato, sempre trago em minhas intensões, claro que, às vezes, não nominalmente, mas eu sempre digo para Deus ‘o senhor sabe quem tem me ajudado’. Peço por cada um deles”, reforçou.
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