O início de 2026 tem sido marcado por muito trabalho para os agricultores da região. Apesar de a produção seguir ativa no campo, muitos produtores rurais trabalham com margens reduzidas e enfrentam dificuldades para obter lucro nas principais culturas agrícolas. Essa é a avaliação do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Urussanga e Cocal do Sul, Adefonso Baesso. Em entrevista, Adefonso destacou que a economia agrícola da região é baseada principalmente na fumicultura, além da produção de frutas de caroço, produção de leite, uva, milho para silagem, maracujá, pitaya e outros. Segundo o presidente do sindicato, os agricultores têm conseguido sobreviver da produção, comparado aos produtores de outras regiões do estado. O presidente Adefonso participou de entrevista no programa Comando Marconi e falou mais sobre o assunto. Ouça na íntegra:
Em entrevista, Baesso destacou os serviços oferecidos pelo sindicato, além da importância da contribuição sindical. Embora seja facultativa desde 2018, essa contribuição auxilia muito na continuidade dos serviços prestados pela entidade. “A propriedade fica ok, em dia com documentos, e o movimento sindical também sobrevive com aquele valor da contribuição sindical”, destacou, acrescentando que 5% do valor pago fica para Brasília, 20% para a federação e 5% para a micro região. “70% desse valor volta para o município de Urussanga, para o sindicato de Urussanga”, destacou. “Nós temos salário de funcionário, nós temos salário dos profissionais, dos médicos, nós temos salário do dentista, tem o meu salário, lá tem todas as despesas que existe durante o ano. Então, a entidade, além de sobreviver, está ali para dar retorno e para ajudar os agricultores”, pontuou.




































