O homem suspeito pelo feminicídio de Marlei Kanareki Nunes ainda segue foragido. A delegada responsável pelo caso, doutora Tainá Greselle Carlesso, afirmou que a Polícia Civil segue nas buscas do suspeito. No entanto, caso seja encontrado, a situação não é mais caracterizada como flagrante delito. O crime aconteceu em Cocal do Sul no fim da tarde de sexta-feira, dia 23, quando o homem atirou contra a cabeça da esposa, que estava com uma criança em seu colo. Ela foi encaminhada ao hospital em estado grave e morreu na manhã desse domingo, dia 25.
A Polícia Civil já instaurou um inquérito policial para a apuração dos fatos. A delegada Tainá ainda informou para a imprensa que, em relação ao pedido de prisão preventiva do homem, eventuais esclarecimentos devem ser feitos diretamente ao Poder Judiciário. Na manhã de sábado, dia 24, a Polícia Civil encontrou o carro usado pelo suspeito para fugir depois do crime. O veículo foi localizado no Balneário Esplanada, em Jaguaruna. No entanto, o homem, de 63 anos de idade, não foi encontrado.
O velório de Marlei Kanareki Nunes, de 56 anos, ocorre na Capela Mortuária de Cocal do Sul. A celebração de corpo presente ocorrerá a partir das 16 horas, seguido do sepultamento no cemitério municipal. Nas redes sociais, a filha de Marlei, Isabelle Souza, fez uma homenagem à mãe. “Mãe, você sempre será lembrada! Amo você com um coração enorme, que você me ensinou a ter me amando! Você foi e será especial e importante para o resto da minha vida. Sempre haverá de você em mim. Obrigada por todos os ensinamentos, por todo o cuidado que sempre teve e pelo amor gigantesco que você sempre teve e sei que ainda tem por mim. Tudo o que você fez por todos e como tratou os outros será lembrado também. Você é muito amada”, destacou em publicação.
Denuncie
A violência contra a mulher pode se manifestar de diferentes formas, incluindo agressões físicas, ameaças, intimidação, violência psicológica e ofensas. Mulheres que se sentem ameaçadas ou estão em situação de risco podem buscar ajuda pelo telefone 190, da Polícia Militar. Denúncias também podem ser feitas pelo Ligue 180, canal nacional de atendimento à mulher, que oferece orientação e encaminhamento para a rede de proteção.





































