Apesar de ser uma importante via para o Sul catarinense, ainda não há um projeto de reestruturação total da SC-445, a rodovia Genésio Mazon. Porém, de acordo com o coordenador regional de Infraestrutura, Ademir Honorato, há um processo de licitação, no qual a empresa vencedora ficará responsável pela parte de conservação da rodovia, como serviços de roçada, limpeza e manutenções na estrada, como tapa-buraco, pintura e outros. A licitação deve ocorrer nos próximos meses, entre julho e agosto. Segundo Ademir, a coordenadoria realiza ações de manutenção. Outras obras maiores são ações por parte do Governo de Estado, diretamente com a Secretaria de Infraestrutura.

No caso da Genésio Mazon, Honorato explicou que um projeto de revitalização da rodovia deve partir das lideranças regionais. “Uma rodovia daquela ali, que se tu colocar ela de Urussanga até a BR-101, ela ultrapassa os 30 quilômetros, então vai fazer uma grande recuperação. É uma obra de 40, 50, 60, 70 milhões, não se sabe do que pode vir, porque tem mudanças no trajeto e tudo mais. Então é uma ação de governo, isso o pessoal daí já estão com essas tratativas, com deputados, já teve reunião também, então eles estão fazendo a tratativa deles ali da região, e é isso aí mesmo, é a parte política, a gente está conversando com o governo, com o secretário de Infraestrutura, com o secretário adjunto de Infraestrutura também”, comentou.

O programa Comando Marconi está realizando um especial de entrevistas sobre a SC-445. O coordenador Ademir foi o primeiro a participar do especial, concedendo entrevista na manhã desta segunda-feira, dia 10. Novas entrevistas devem ser realizadas ao longo desta semana. Ouça a participação de Ademir Honorato:

 

O coordenador ainda ressaltou que existe um longo processo para a disponibilização de recursos para as rodovias estaduais. “Não é o Ademir que vai ali e diz assim ‘não, vamos fazer isso e fazer aquilo’. Não, é o Jorginho, o nosso governador. Ele tem o processo, o projeto que tá na mão, ele e os secretários que vão, conforme o que eles têm no bolso, eles vão investindo”, afirmou. Honorato ainda relembrou a época em que assumiu o cargo, no qual o governador Jorginho Mello fez um levantamento das obras no estado. “Notou-se que se tinha quase R$ 6 bilhões de obras lançadas, pré-lançadas e não tinha nada encaminhado. Então, muitos desses problemas começaram a se trabalhar fortemente em cima disso”, disse.