Para integrar as mulheres da comunidade surda da região, a Associação dos Surdos de Criciúma (ASC) promoveu, neste mês, a 2ª edição do Café das Mulheres, no dia 21 de março de 2026. Foi uma tarde especial de inclusão e confraternização, que reuniu 60 mulheres surdas e ouvintes na Fundação Cultural de Criciúma.
O encontro gratuito celebrou o Dia Internacional da Mulher, contou com sorteios para as participantes e proporcionou muitas conversas sobre o empoderamento feminino. O momento uniu as mulheres para celebrar a força, a trajetória e a importância de fazerem parte da sociedade de forma ativa.
Reconhecimento
O mês de março foi de gratidão, pois a atual presidente da Associação dos Surdos de Criciúma, Bianca Nogueira Felisberto, recebeu homenagem na 2ª edição da Medalha Thati Teixeira, organizada pela Prefeitura de Criciúma.
Bianca é uma protagonista que atua ativamente pela comunidade surda de toda a região, fortalecendo a integração da pessoa surda na sociedade, e foi homenageada junto a outras 32 mulheres que representam diferentes instituições de Criciúma. “Convido as mulheres surdas a se unirem à luta e a mostrarem que têm atitude e são capazes de fazer o que desejarem. Muito obrigada por ter sido indicada para representar a ASC”, afirmou a presidente.
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Sobre a associação
A Associação dos Surdos de Criciúma foi fundada em 2004 e, com 21 anos de atuação, segue ativa em uma sala localizada no prédio da antiga prefeitura, na Rua Anita Garibaldi, no Centro; o espaço foi cedido pela Prefeitura de Criciúma. A ASC é uma instituição sem fins lucrativos e tem como principal objetivo lutar por uma sociedade mais inclusiva, onde surdos e ouvintes possam conviver em harmonia, respeitando e acolhendo as diferenças. O trabalho desenvolvido pela associação pode ser conferido no perfil do Instagram @asc.surdoscriciuma.
Nossa logo
Nossa logo apresenta um significado especial e destaca a história da cidade de Criciúma, seus lugares e suas memórias. Nela estão presentes ferramentas que representam a extração de carvão realizada pelos mineiros, além do capacete do mineiro. No canto inferior direito, aparece a chaminé, que representa as indústrias do município e o Monumento da Praça da Chaminé. Ao fundo, há traços amarelos que remetem aos raios de luz irradiados dos capacetes e também fazem alusão ao Monumento das Etnias.

Colaboração: Edi Carlos de Rezende / Assessoria de Imprensa Voluntária









































