A Empresa Força e Luz de Urussanga (Eflul) iniciará a Operação Limpa Rede nesta sexta-feira, dia 26 de junho. A concessionária realizará a ação por questões de segurança e de melhoria das condições estéticas da cidade. De acordo com o gerente de distribuição da Eflul, Augusto Nichele Ottoni de Almeida, não haverá nenhum desligamento de energia elétrica. O gestor explicou que, como os postes de energia são liberados às empresas de telecomunicações, as fiações dessas instituições comerciais que não estão sendo mais utilizadas sobram e ficam penduradas nos postes, sem função nenhuma. “A gente tomou uma atitude de notificar as empresas de telefonia, a gente lançou essa campanha, a Operação Limpa Rede, com o seguinte objetivo: a gente quer dar condição a essas empresas de telecomunicações, que regularizem a sua fiação e, aquelas que não regularizarem, a Eflul vai fazer um mutirão e vai fazer a retirada”, frisou.
O primeiro bairro da operação será o Da Estação, tendo início nas ruas Sílvio Ferraro e José Zanatta. Conforme o tempo, a Eflul vai realizando as demandas de acordo com a necessidade, até deixar a cidade 100% limpa dessas fiações. “Tem empresas que não existem mais e continuam com essa fiação nos postes”, destacou o engenheiro eletricista Pablo Steffen Morais. Ouça a entrevista completa:
O gerente explicou que se um morador utiliza serviços de uma determinada empresa, após ele se mudar daquele local e um novo morador escolher os serviços de uma outra empresa, aquele ponto da primeira empresa ficará sem utilização, isto é, um fio solto sem função. “As vezes para a empresa de telecomunicações não justifica o custo de ir lá remover o fio que não está sendo mais utilizado, mas não é dessa forma que tem que acontecer”, afirmou Augusto. “Se o fio não está mais sendo utilizado para fins de telecomunicações, ele precisa ser removido do posteamento”, acrescentou. Pablo destacou que os trabalhos serão realizados de poste em poste. “A gente vai ter pelo menos um eletricista em cada poste, e a gente vai estar dando o apoio do chão”, enfatizou o engenheiro. “A ideia não é suspender o serviço de ninguém, mas é regularizar. Fiscalizar também para ver se não tem nenhuma ocupação clandestina”, ressaltou.






































