O andamento da duplicação da SC-108, entre Urussanga a Criciúma, passando por Cocal do Sul, ainda tem gerado debate entre os políticos das três cidades. Zairo Casagrande (PDT), vereador criciumense, tem buscado essa união entre os parlamentares. Nessa segunda-feira, dia 5, um encontro foi realizado, no qual os vereadores vistoriaram alguns pontos da rodovia à pé. “Tem uma patrola, uma rede de escavação, dois rolos compressores, quatro caminhões e sete funcionários. Para uma obra de R$ 262 milhões, isso é menos que nada. Então, não existe obra, tecnicamente falando”, comentou Zairo.
Conforme o vereador, um relatório será apresentado para as equipes do Governo do Estado ainda nesta semana. “É uma questão de dinheiro. A empresa executora não tem culpa nessa história, é uma empresa idônea e que recebeu apenas 1,4% do orçamento. Então, a empresa não vai trabalhar por caridade”, afirmou Casagrande. O assunto foi abordado com mais detalhes em entrevista no programa Comando Marconi. Ouça na íntegra:
Ainda de acordo com Zairo, um projeto de lei será apresentado nas Câmaras de Vereadores de Criciúma, Cocal do Sul e Urussanga. A iniciativa visa proibir que qualquer obra inicie nos municípios sem as licenças ambientais e as desapropriações. Isso porque uma das justificativas para o atraso da duplicação da SC-108 e da continuação das obras é a falta das desapropriações. “Já faz dois anos que está se falando que falta desapropriação. Então, eu acho que é algo bem mais grave, não é só isso. Isso para desculpa tá ótima, mas para falar a verdade, a gente quer saber qual a verdadeira intenção do Governo do Estado com relação a essa obra”, destacou.








































