O Governo de Santa Catarina poderá comprar vacinas contra a Covid-19 diretamente de fornecedores. A medida está prevista na Lei nº 18.098/2021, sancionada pelo governador Carlos Moisés e já em vigor no estado. O Executivo deve priorizar a aquisição de imunizantes certificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reconhecidos internacionalmente e com taxa global de ao menos 50% de eficácia.

Segundo a nova lei, o Governo do Estado poderá firmar convênios com a iniciativa privada para operacionalizar a logística de vacinação dos trabalhadores de empresas catarinenses. Outra possibilidade prevista é o adiantamento do calendário de imunizações, desde que as prioridades anteriores já tenham sido atendidas. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) na sexta-feira (26).

O projeto de lei tem a autoria do deputado estadual Neodi Saretta e tem como relator o deputado Dr. Vicente Caropreso. Para o doutor Caropreso, a vacinação precisa ser em massa e para isso, o processo de imunização dos catarinenses necessita ser rápido e quantitativo. “Continuando com esse ritmo de vacinação que vemos no estado, embora tenha melhorado um pouco nos últimos sete dias, nós estaremos longe de atingir a meta,  a famosa imunidade de rebanho, para chegar a 60% das pessoas vacinadas”, comentou o deputado à Rádio Marconi.

Confira a entrevista completa sobre o assunto com o parlamentar Vicente Caropreso durante o Comando Marconi:

 

“Nós temos uma capacidade de logística e um rol de saber como fazer a vacinação em massa, então para nós não tem problema. O problema é um caminhão sair de Florianópolis na segunda e na quinta-feira vir mais um pouco, vai esse mesmo caminhão, vai e volta, distribuindo para as regionais de saúde”, disse Caropreso. O deputado ainda afirma que é o momento da população e governo terem iniciativa para acelerar o processo de vacinação e se preocupar mais sobre a situação da pandemia que o estado está vivendo.

Com informações do Governo do Estado de Santa Catarina