Com 11 anos de idade, a neoveneziana Giulia Comin já soma mais de 110 apresentações solo e está construindo uma trajetória marcada pelo amor à música. Integrante do Coral Pequenos Peregrinos, de Nova Veneza, desde os 7 anos, e estudante de violão há dois anos, a jovem participou pela segunda vez do festival Santa Catarina Canta, reforçando seu crescimento artístico e sua paixão pelos palcos. Giulia é moradora da comunidade de São Bento Alto e suas canções favoritas são religiosas, italianas e populares brasileiras.
A mãe de Giulia, Diana Comin, contou que o interesse da filha pela música surgiu através do coral. A primeira apresentação solo ocorreu em uma missa celebrada na comunidade. “Eles queriam fazer uma homenagem durante a missa de Nossa Senhora Aparecida. Ela foi vestida de Nossa Senhora, ela tinha 8 aninhos, e entrou cantando. Depois até fez essa mesma apresentação no salão de festas e, dali então, como a comunidade não tinha um grupo de música, eles começaram a falar ‘vamos colocar a Giulia para cantar na celebração'”, relembrou a mãe. Assim, há quase quatro anos, a jovem faz a animação musical sozinha em várias missas.
Somente neste ano, Giulia já realizou 22 apresentações musicais, sem contar os shows promovidos pelo Coral Pequenos Peregrinos. “Ela tem 11 aninhos, ela tem tudo para aprender ainda. Ela faz teatro, então a gente busca muito melhorar no que ela faz, e tem que gostar também”, comentou a mãe. Giulia e Diana participaram de entrevista no programa Ponto de Encontro e falaram mais sobre o assunto. Ouça na íntegra:
Parte 01
Parte 02
No festival Santa Catarina Canta, promovido pelo Governo do Estado, Giulia apresentou a música “Ouvi Dizer”, da banda Melim. Em 2025, a cantora apresentou a canção “Trem Bala”, de Ana Vilela. “No começo eu fiquei um pouco ansiosa, mas depois que eu comecei a cantar, já me soltei mais”, disse Giulia sobre estar pela segunda vez no palco do festival. A jovem não conseguiu se classificar para a semifinal do festival, mas todo a experiência contribuiu para o seu desenvolvimento artístico e pessoal. “Desde a seleção já é bem complicado passar, tem uma peneira ali. E ver ela duas vezes seguidas passar e tu vê lá gente com muita experiência. É muito bom participar de um evento, assim, bem grandioso, porque tu encontra vozes que estão lá há anos, que estão lá bem amadurecidas”, comentou a mãe.
Confira a entrevista também em vídeo:


































