O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Urussanga tem registrado uma série de demandas. Em entrevista, o diretor da autarquia, o vice-prefeito Renato Fontana, destacou que a procura pelos serviços do setor tem se intensificado nos últimos anos. “A gente sabe que o pessoal lá de Belvedere Baixo precisa da água do Samae, extensão lá na Coxia Rica, extensão em Belvedere. Palmeira Alta pede que o Samae leve água até lá, que não chegou lá ainda. O Rancho dos Bugres, que nós estamos levando agora uma nova tubulação porque não tem rede suficiente para fazer com que a água chegue suficientemente lá em cima. Nós estamos também levando uma nova rede para abastecer o bairro Pirago e também a Vila Romana, que hoje é abastecida pela ETA do Rio Salto”, citou. “Isso é uma crescente, então a gente sabe que tem uma demanda muito grande nesse sentido”, pontuou, destacando também a recente contratação de novos servidores para o Samae.
O diretor Renato salientou que, em termos de infraestrutura, o setor precisa melhorar em Urussanga. “Nós passamos 2025 juntando dinheiro, fazendo economia, fazendo tudo com recurso próprio, sempre que foi possível, com mão de obra própria, inclusive”, disse. “Compramos uma máquina nova, compramos as tubulações para a nova adutora, que é uma coisa extremamente necessária para Urussanga se pensar no horizonte logo aqui na frente”, comentou. Renato participou de entrevista no programa Comando Marconi e realizou um balanço do primeiro semestre do segundo ano de gestão. Ouça na íntegra e saiba mais:
Parte 01
Parte 02
Em entrevista, Fontana mencionou uma situação, de 2006, no qual o Samae terá impactos financeiros por conta de uma indenização judicial. “Uma ação de 2006 que caiu no nosso colo agora. Foi fruto de um acidente com um veículo do Samae em Florianópolis, um acidente de uma motociclista”, contou. “Ela entrou na Justiça. Para essa mulher, o Samae paga para ela um salário vitalício, no valor atual em torno de R$ 9 mil. E, além disso, desde o dia do acidente até quando ela começou a receber esses benefícios, ela entrou com outro processo”, falou Renato. “Gerou um passivo que hoje chega R$ 1.507.816,00, esse valor a ser pago a partir de agora pelo Samae”, acrescentou. Segundo o diretor da autarquia, essa situação compromete parte dos investimentos do Samae. “O orçamento do Samae é pequeno, em torno de R$ 600 mil mensais, um pouquinho mais, por aí. O que sobra para a gente investir é em torno de R$ 100 mil. Aí tu tens que se pagar agora, nós temos que reembolsar a prefeitura, porque a prefeitura já pagou essa indenização e isso é um compromisso do Samae”, afirmou.




































