Após o empate diante do Ceará, por 1 a 1, na noite desta segunda-feira, 16, o técnico do Criciúma, Eduardo Baptista, recebeu vaias e foi chamado de burro por boa parte dos torcedores. Na entrevista coletiva, o treinador foi questionado como recebe as críticas e frisou seu respeito à torcida carvoeira.
“Com naturalidade. Acho que faz parte do jogo. Do mesmo jeito que eles ficaram tristes, eu também fiquei. É do jogo. O respeito que eu tenho pelo torcedor do Criciúma é imenso. É o momento, é passional. Eu sei que não é esse o pensamento, mas entendo e faz parte. A gente está ali, a gente se expõe e total respeito a esse torcedor”, disse o técnico.
O Tigre abriu o placar no primeiro tempo, com gol de Fellipe Mateus. Na segunda etapa voltou com outra postura e acabou cedendo o empate na reta final. Antes de sofrer o gol, Eduardo Baptista promoveu três alterações. Deixaram o campo Otero, Waguininho e Fellipe Mateus, para as entradas de Diego Gonçalves, Cauê Santos e Thiaguinho.
As duas primeiras alterações ocorreram aos 15 minutos do segundo tempo. “O Ceará estava vindo para cima e marcando muito forte. A gente queria o espaço. O Waguininho sentiu cansaço, um pisão no pé. O próprio Otero já não vinha rendendo mais fisicamente, e a gente trabalha bastante com esse número de 60 minutos. A opção era atacar o espaço deles”, explicou.
Já o meia Fellipe Mateus foi substituído aos 33 minutos. Um minuto depois, aos 34, o Criciúma sofreu o gol de empate. “O Fellipe Mateus cansou. Ele tem uma função bastante forte; A gente colocou o Thiago e o Gui seria o meia. Nessa arrumada, acabamos tomando o contra-ataque”, frisou.
O Criciúma volta a campo na próxima terça-feira, 23, às 20h, contra o América-MG, na Arena Independência.





































