A jornalista Melina Cauduro, da Rede de Notícias Acaert (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão), representará as emissoras do estado na Copa do Mundo 2026. A cobertura da profissional no mundial foi promovida através do projeto Acaert em Campo. “Eu estou realizando um sonho que eu nem sei se eu tinha conseguido sonhar, achando que era uma coisa muito distante”, contou. “A nossa ideia é trazer muita informação para o torcedor”, ressaltou.
Segundo Melina, a Acaert sempre teve um representante, mas a associação nunca havia sido representada por um jornalista do próprio quadro, apenas por outros correspondentes. “Como eu estou à frente da rede, é literalmente marcar um gol em Copa do Mundo, porque essa é uma frase que eu já usava bastante, não imaginava que ela ia ter tanto peso daqui para frente”, salientou, ainda mencionando que o projeto foi pensado em 2024.
A profissional vai embarcar para o primeiro voo às 18 horas desta quinta-feira, dia 11, em Florianópolis. Melina destacou o roteiro de viagem. “Vou Floripa a São Paulo, aí de São Paulo eu vou para Chicago e de Chicago, Nova York”, contou. “Fico 10 dias em Nova York para acompanhar a primeira fase, mas no jogo que é na Filadélfia eu vou pegar um trem, vou fazer um bate-volta”, disse.
“Depois eu embarco para Miami. Aí vai depender do resultado do Brasil, para onde o Brasil estiver a gente vai”, acrescentou. Caso a Seleção Brasileira seja eliminada, a jornalista vai escolher outra equipe para cobrir. “Provavelmente vou acabar ficando por Nova York mesmo para acompanhar a movimentação até a final”, completou. Ouça a entrevista completa realizada na Rádio Marconi:
Política
Apesar do clima positivo com o mundial, Melina vai acompanhar os acontecimentos no extracampo. “No México que tem alguns professores em manifestação. Então, isso também, é porque a gente vê, quando tem Copa do Mundo, só a parte boa, nós enquanto turistas, mas tem todo o envolvimento da população das cidades”, destacou. “A gente tem visto também a questão de jogadores, o árbitro da FIFA que foi impedido de entrar nos Estados Unidos, então temos muitas questões políticas e econômicas também acontecendo durante a Copa, e isso é importante a gente trazer também”, acrescentou.




































