Uma campanha, chamada “Todos por Pedro”, busca arrecadar fundos para ajudar o pequeno Pedro, uma criança de dez anos com paralisia cerebral. Priscila Soares Domingos, mãe de Pedro e moradora de Criciúma, enfrenta a difícil tarefa de arrecadar 30 mil reais por mês, totalizando 200 mil reais ao ano, para custear o tratamento essencial que Pedro necessita para progredir em sua condição médica.

A mãe revela que a batalha contra a paralisia cerebral é árdua e se transforma em uma corrida contra o tempo. Ela destaca que Pedro possui sua capacidade cognitiva totalmente preservada, fazendo com que ele entenda tudo ao seu redor e, inclusive, faça diversos questionamentos, como o motivo de não poder correr, brincar livremente ou realizar atividades cotidianas simples, além de questionar a necessidade de aguardar pelo tratamento.

“Quando um filho pede um brinquedo ou uma comida que os pais não têm condição de dar, já dói muito. Então, imagine quando um filho pede para andar e os pais não têm condições de poder realizar aquele desejo, é muito complicado”, disse Priscila em entrevista no programa Ponto de Encontro. Ouça a entrevista completa e saiba mais sobre a luta diária da família:

 

Priscila explica que enfrenta diversos desafios diários, sendo o principal a ausência de um tratamento adequado que não foi obtido mesmo após processos judiciais. Ela relata também que Pedro teve um período em que apresentou progressos em seu quadro de saúde, porém, por determinação do Estado, o tratamento foi interrompido, com a justificativa de que os tratamentos fisioterapêuticos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) dariam resultados semelhantes, o que não se confirmou.

A mãe relata que durante o período mensal de tratamento intensivo de Pedro, ela e o filho precisam se deslocar diariamente para a cidade de Tubarão, onde são realizados os procedimentos médicos, além das duas vezes por semana em que Pedro normalmente tem consultas com a fonoaudióloga na mesma cidade. Ela destaca também que, além dos tratamentos, as roupas ortopédicas que Pedro necessita chegam a custar quatro mil reais, sem mencionar o sapato ortopédico, que tem o valor de dois mil reais.

Com o objetivo de cobrir todas as despesas, Priscila realizará um bazar em Içara, no dia 18 de fevereiro, das 9h às 19h. A mãe também menciona o perfil de Pedro no Instagram, onde ela compartilha o dia a dia da criança, e destaca uma rifa que está sendo vendida virtualmente, além de uma vaquinha online (CLIQUE AQUI). Ela também disponibiliza o PIX 48 99697-7101 e convida para que todos possam, de alguma forma, ajudar o pequeno Pedro em sua batalha.