O 4º Fórum de prevenção à febre aftosa foi realizada pela Secretaria de Estado e Agricultura nesta terça-feira, dia 09. O encontro teve foco na atualização de procedimentos e cuidados contra a febre aftosa. O evento foi totalmente on-line e fez parte da programação do 10º Simpósio Brasil Sul Bovinocultura de Leite. Segundo o diretor de defesa agropecuária da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Diego Severo, o encontro foi bastante proveitoso e reuniu um bom número de pessoas interessadas.
O diretor Diego Severo participou de entrevista no programa Comando Marconi e abordou sobre o fórum realizado na noite de ontem. Ouça na íntegra a seguir:
Há 14 anos, Santa Catarina é reconhecida internacionalmente como área livre de febre aftosa pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). A certificação da OIE é o maior reconhecimento sanitário que um estado ou país pode alcançar e demonstra ao mundo, principalmente aos mercados internacionais, o cumprimento de vários requisitos técnicos para assegurar a saúde dos rebanhos. Como a febre aftosa é uma doença com alto risco sanitário e gera um enorme impacto econômico, alguns países só compram carnes de áreas livres da doença sem vacinação – onde não existe circulação do vírus e, consequentemente, o controle sanitário é mais rígido.
O último foco de febre aftosa em Santa Catarina ocorreu em 1993 e a partir de 2000 foi suspensa a vacinação contra a doença. Em 25 de maio de 2007 representantes do Governo do Estado compareceram à Assembleia Mundial da OIE para receber o certificado que fez do estado a única zona livre de febre aftosa sem vacinação do Brasil. O Governo do Estado mantém ainda um sistema permanente de vigilância para demonstrar a ausência do vírus de febre aftosa em Santa Catarina.
Continuamente, a Cidasc realiza inspeções clínicas nos rebanhos, além de dispor de uma estrutura de alerta para a investigação de qualquer suspeita que venha a ser notificada pelos produtores ou por qualquer cidadão. A iniciativa privada também é uma grande parceira nesse processo, por meio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).
Com informações do Governo de Santa Catarina




































