Contar com uma assessoria para o processo de reconhecimento da cidadania italiana é uma garantia de sentença positiva. A Benvenuto Cidadania Italiana é referência no assunto. Somente em 2024, a empresa protocolou mais de 200 processos nos tribunais italianos, apenas no reconhecimento da cidadania via judicial, fora os processos via administrativo. “A gente lida, trabalha com sonhos, reconhecendo sonhos. A gente sempre faz o possível e o impossível para todo o processo chegar lá na fase de audiência, onde o advogado vai analisar e vai dar a sentença, para que tudo esteja correto para a gente não ter uma dor de cabeça, um mal-estar com o nosso cliente”, salienta Nivaldo Manoel, sócio proprietário da Benvenuto.
De acordo com Mag Moraes, também sócia proprietária da empresa, há duas formas de reconhecer a cidadania italiana: a judicial e a administrativa. “A grande vantagem do judicial é que a pessoa não vai para a Itália, faz o reconhecimento sem sair do Brasil, toda a família pode entrar junto nesse reconhecimento e estão dividindo as custas do processo”, explica. Porém, essa forma é mais demorada se comparada a via administrativa, na qual a pessoa precisa ir para a Itália e ficar lá de três a seis meses. Apesar desse fator, segundo Mag, a via judicial segue sendo a mais requisitada por quem quer tirar a cidadania, justamente por não ser possível ficar esse tempo na Itália.
Com 10 colaboradores, a Benvenuto conta com uma equipe capacitada. Segundo Nivaldo, há responsáveis por toda a parte de pesquisa de documentos e busca de certidões, por fazer as traduções e análises, quem faz as procurações para a advogada, os procedimentos no consulado, um setor que faz os contratos e orçamentos e, também, mais um profissional que procura as certidões nos cartórios. A Benvenuto foi destaque em entrevista no programa Ponto de Encontro com Mag e Nivaldo. Ouça na íntegra e saiba mais:
A Benvenuto assessora em todos os processos para o reconhecimento da cidadania. Mag destaca que a empresa presta auxílio, informando quais documentos são necessários para dar entrada no processo. Segundo a especialista, muitas famílias que decidem fazer por conta acabam juntando documentos que, em muitos casos, não têm necessidade. “A primeira coisa é saber o sobrenome da família. Quando a gente tem o sobrenome, a gente sempre pergunta se alguém já teria uma certidão, porque eles guardavam esses documentos, o italiano tem muito amor pelo sangue, muito amor pela cultura, então 90% já tem lá uma certidão do italiano, uma certidão de alguém da família, alguém que falou que tem um parente italiano, alguém que veio da Itália”, conta. “A gente fala no escritório sempre que o arquivo mais rico está dentro da família. A pesquisa maior está ali na conversa de domingo à tarde em uma mesa de café, ali tu começa a descobrir quem é quem”, acrescenta Mag.
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