A psoríase é uma doença dermatológica que pode se apresentar de diversas formas. Nas unhas, na cabeça, nas palmas das mãos, nas plantas dos pés ou na região das dobras do corpo. Esses são alguns locais do corpo humano em que a doença pode se manifestar. De acordo com o dermatologista Adroaldo Luiz Apolinário, a psoríase tem dois picos de incidência maior: na adolescência, por volta dos 15 anos, e na fase adulta, na média dos 40 anos de idade. O especialista destaca que ainda há muito estigma e preconceito sobre a psoríase, mas a doença não é contagiosa.
O doutor Adroaldo ainda esclarece que não há causas definidas sobre o que leva a psoríase se manifestar. No entanto, há fatores que podem contribuir para o aparecimento do problema, como a história familiar e o estresse. Além disso, hábitos de vida agravam a psoríase, como consumo excessivo de álcool e o tabagismo. “Você tem desde lesões pequenas, bem localizada, tipo no cotovelo, joelho, uma placa no couro cabeludo, às vezes que as pessoas não percebem, e existem aquelas formas mais dramáticas, com lesões no corpo todo, acometendo quase toda a superfície, normalmente ela poupa a face, mas você pode ter situações de pegar e até situações com risco de vida”, conta o doutor sobre os graus da psoríase.
Apolinário também ressalta que a doença é mais incidente em pessoas com pele clara e que moram em países da Europa. “Aqui nos trópicos, aqui no Brasil, o próprio sol, o nosso clima, ele favorece o tratamento da psoríase. Então, o paciente, muitas vezes, ele passa o inverno, os meses de inverno ali com as lesões, e quando chega o verão, ele começa a se expor mais, melhora a psoríase. Então o sol tem um fator benéfico para a psoríase, porque os raios ultravioletas, tanto ultravioleta A quanto ultravioleta B, oriundos do sol, na pele eles funcionam como um anti-inflamatório e reduz a proliferação das células”, explica o doutor. O assunto foi destaque em entrevista, ouça mais:
Parte 01
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Existem várias formas de tratamento para a psoríase dependendo do tipo e grau da doença. “Nas formas mais leves, por exemplo, você tem poucas lesões, você pode usar um creme com corticoide, com a orientação médica, porque o creme de corticoide se usado sem uma orientação médica ele pode trazer um problema, atrofia e algum efeito colateral”, conta. “Nas formas mais extensas de psoríase aí você já tem que partir para outros tratamentos. Uma das formas de tratamento é a fototerapia. O que é a fototerapia? A gente parte daquele princípio que eu falei do sol, você utiliza lâmpadas”, afirma. Na Kasa Derma, onde o doutor Adroaldo atende em Criciúma, há uma cabine com lâmpadas específicas que emitem ultravioleta B para o tratamento da psoríase.
O dermatologista Adroaldo atende na Kasa Derma, no bairro Pio Corrêa, em Criciúma. Em Urussanga, o doutor atende todas as quintas-feiras, no Edifício Treviso. Agende uma consulta no 48 3465-4498.



































