A prefeitura de Urussanga irá iniciar um projeto de reorganização das lixeiras da praça Anita Garibaldi. A ação faz parte do programa “Urussanga Sustentável”, que tem o objetivo de melhorar a limpeza urbana, além de reduzir os problemas relacionados ao acúmulo de resíduos nas lixeiras. Dessa forma, não haverá mais lixeiras públicas ao redor da praça, que muitas vezes são utilizadas por moradores de prédios localizados ao entorno. “A gente tem percebido, nos últimos anos, que a nossa praça de Urussanga sempre tem essa polêmica das lixeiras. Se você perceber em várias cidades turísticas da região, como Nova Veneza, entre outras, o lixo não fica aparecendo, e Urussanga faz muitos anos que a questão da lixeira vira polêmica”, comentou o diretor de Indústria e Comércio, Leonardo Felippe.
O projeto prevê a retirada, de forma gradativa, das lixeiras públicas da praça. Conforme o Osmany Melo, diretor do Meio Ambiente, as lixeiras públicas devem ser retiradas da praça até o dia 28 de novembro. Assim, cada condomínio ou comércio deve ter a sua própria lixeira, do tipo carrinho. “O pessoal armazenaria seu lixo nesses contetores e, ali próximo da coleta, eles colocariam o carrinho para fora para o pessoal da coleta ir lá e pegar esse material. Depois que é coletado, volta a lixeira novamente para dentro do estabelecimento ou da galeria”, explicou. Segundo Osmany, a partir desta quarta-feira, dia 22, a Diretoria de Meio Ambiente estará distribuindo um comunicado com as principais orientações e informações sobre o projeto para os moradores e lojistas ao redor da praça Anita Garibaldi. A principal recomendação é respeitar os dias e horários da coleta de lixo e da coleta seletiva, essa realizada pelo Cirsures.
Até o dia 28 de novembro, três lixeiras públicas ficarão ao redor da praça Anita Garibaldi. Esse prazo é para que os síndicos e comerciantes possam se organizar e adquirir suas lixeiras próprias. “A prefeitura não quer ser tão agressiva de retirar tudo de uma vez. Então a gente vai dar esse prazo maior para que o pessoal se adeque, adquira suas próprias lixeiras”, salientou o diretor Osmany, acrescentando que as lixeiras menores, que estão na praça, são destinadas para as pessoas que estão passando pelo local. “Por exemplo, está com um papel de bala, um papel de picolé, de uma coisa assim pequena. Não é uma lixeira para o pessoal que mora, por exemplo, em um prédio em frente ir lá e jogar seu lixo comum. A gente, infelizmente, vê isso acontecendo bastante. Mais para frente a gente vai começar a cobrar um pouco mais a população para que isso não aconteça”, pontuou. Ouça mais detalhes do assunto:
O diretor de Meio Ambiente ainda salientou que, dependendo da quantidade de moradores do prédio, será necessário adquirir uma lixeira maior. Além disso, a recomendação da prefeitura é que se adquirem duas lixeiras: uma para lixo comum e outra para resíduos recicláveis. “A gente pretende continuar com essa campanha de educação ambiental depois, porque é uma questão de conscientização da população. A gente conta com a população para nos dar essa força. Talvez no início seja um pouco difícil, mas os benefícios serão bem maiores depois, e até mesmo a própria população ali da área central vai agradecer pela qualidade que vai ficar o ambiente”, reforçou Osmany.
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