Justiça condena a mais de 90 anos de prisão indiciados na Operação Duloc em Orleans

Os 13 integrantes do grupo que praticavam crimes de tráfico de drogas e roubos foram condenados

Foto: Polícia Civil

No final de janeiro de 2019 foi concluído o Inquérito Policial principal que, com mais de 700 páginas, identificou 20 indivíduos que atuavam no tráfico de drogas e roubos. Sete deles já estavam respondendo ações penais por crime de tráfico. Ao final dos processos, em primeira instância, 13 investigados foram condenados há 92 anos, dois meses e 11 dias.

Entenda o caso

A Polícia Civil de Orleans iniciou em setembro de 2018 uma investigação policial para apurar a atuação de uma organização criminosa destinada a prática de crimes de roubo e tráfico de drogas. Do início ao fim da investigação, que deu origem a Operação Duloc, foram identificados diversos suspeitos, maiores e menores de idade, que praticavam crimes de tráfico, a associação para o tráfico, corrupção de menores e a posse irregular de armas e munições.

Conforme a Polícia Civil, ao logo dos trabalhos, até a véspera do início da operação, foram presos em flagrante delito sete suspeitos. Essas prisões em flagrante foram essenciais para a materialização do crime de tráfico de drogas.

Início da operação

Na manhã do dia 19 de dezembro  de 2018 foram cumpridos 13 mandados, que deram início à parte operacional da Operação Duloc, sendo eles 2 mandados de prisão temporária, 3 mandados de prisão preventiva e 8 mandados de busca apreensão.

No dia da operação foram 5 investigados presos em flagrante, 2 presos temporariamente e 2 e dois presos preventivamente. Participaram Policiais Civis da região sul, além do K9 da Polícia Militar e o Pelotão da Polícia Militar de Orleans.

“É importante ressaltar a integração entre a Polícia Civil, a Polícia Militar, o Ministério Público, por meio dos promotores Fernando de Brito Ramos e Marcelo Francisco da Silva, e o Poder Judiciário, por meio da Juíza Bruna Becker Búrigo. A atuação em conjunto tem colaborado na redução da criminalidade em Orleans”, disse o Delegado Ulisses Gabriel, responsável pela investigação.