A Arquidiocese de Florianópolis anunciou, por meio de uma nota, o falecimento de Dom Vito Schlickmann, bispo auxiliar emérito, nesta terça-feira, dia 14 de fevereiro, após uma enfermidade prolongada. O religioso deixa um grande legado de serviços prestados à Igreja.

A partir das 12h, o velório será feito na igreja paroquial de Santa Cruz em Barreiros, onde foi o primeiro pároco. A partir das 14h, haverá missas a cada duas horas, até às 4h da manhã. Após a última missa o corpo será trasladado para a igreja matriz de Antônio Carlos, onde continua o velório a partir das 6h. E onde será realizada a missa de exéquias e o sepultamento, às 9h, na igreja matriz de Antônio Carlos.

Confira o informativo oficial emitido pela Arquidiocese:

Comunicamos, com grande pesar, o falecimento de Dom Vito Schlickmann, bispo auxiliar emérito da Arquidiocese de Florianópolis, ocorrido nesta manhã de terça-feira, dia 14 de fevereiro de 2023, após prolongada enfermidade, que suportou com paciência e fé no Senhor. 

Nascido em São Ludgero, Santa Catarina, em 28 de dezembro de 1928, ele foi ordenado presbítero em 28 de novembro de 1954. Foi ordenado bispo em 25 de março de 1995, exercendo a missão de bispo auxiliar de Florianópolis até sua renúncia, em 3 de março de 2004.

Como presbítero, foi professor no seminário de Azambuja, em Brusque (SC), de 1954 a 1959; reitor e professor no pré-seminário de Antônio Carlos (SC), de 1959 a 1970; reitor do seminário e do santuário de Azambuja, de 1970 a 1984; diretor do museu arquidiocesano, em Azambuja, de 1978 a 1984; pároco de Santa Terezinha, Brusque, de 1984 a 1987; fez o curso de Direito Canônico no Rio de Janeiro (RJ), nos anos de 1986 e 1987; auxiliou na Paróquia Santo Antônio, de Campinas, na cidade de São José, no ano de 1988; foi vigário paroquial da Paróquia dos Sagrados Corações, em Barreiros, São José, no ano de 1989; pároco da Paróquia Santa Cruz, em Barreiros, São José, no ano de 1990; vigário geral da arquidiocese, de 1991 a 2004; presidente do Tribunal Eclesiástico Regional de Santa Catarina, de 1992 a 2002; vigário judicial adjunto do Tribunal Eclesiástico, nos anos de 2003 e 2004; e professor de Direito Canônico no ITESC, de 1990 a 1995 e de 2004 a 2010.

Após a resignação, continuou atuante na ação pastoral e evangelizadora da arquidiocese, colaborando nas celebrações da crisma e de festas nas paróquias. Dedicou-se ainda mais à sua paixão pelas orquídeas e bromélias, cultivando-as na Associação Pe. Augusto Zucco (APAZ), no bairro Barreiros, em São José. Chegou a ter uma das maiores coleções de bromélias do Brasil.

Neste momento em que ele volta para o Pai, rezemos pelo seu repouso eterno. Que possa contemplar o amor misericordioso do Pai e que seus familiares e amigos recebam o consolo no Senhor.

Descanse em paz!