A Diretoria do Meio Ambiente (DMA) de Urussanga está realizando o corte e poda de algumas árvores do município. A ação pode ser observada, principalmente, no Parque Municipal Ado Cassetari Vieira. De acordo com o diretor da pasta, Henrique Preve, as árvores necessitam dessa manutenção. O responsável pelo setor explicou que a diretoria retomou um plano, que inclui a retirada de fase de senescência, ou seja, morrendo. “Então começa a ter problema de galho caindo, tronco ficando oco por dentro, que desestabiliza a árvore, enfim, somado a algum vento, somado a alguma outra complicação, aquilo se torna um risco, porque são árvores bem altas”, esclarece. Algumas árvores consideradas em meia-vida estão recebendo a poda.

No caso do Parque Municipal, além desses serviços, Henrique conta que algumas árvores exóticas serão retiradas para o plantio de árvores nativas. “É óbvio, a gente tem que estimular o plantio de mudas. Mas eu não vou te estimular a plantar uma figueira no quintal da tua casa, sendo que daqui a 10 anos ela vai estar enraizada por baixo, vai estar arrebentando caixa, fossa, sumidouro, vai estar levantando a tua fundação ou mesmo vai estar projetando um galho para cima da tua casa que nos obriga a ir lá cortar esse galho com um veículo especializado em função do risco que tá causando de queda na tua residência. Então esse projeto que vai ser apresentado agora ele busca justamente o quê? Trazer quais são os indivíduos corretos para as áreas corretas”, comenta.

O assunto foi explicado com mais detalhes pelo diretor Henrique em entrevista ao programa Comando Marconi. Ouça mais na íntegra:

 

Combea

Em entrevista, Henrique também comentou sobre os serviços realizados pelo Conselho Municipal do Bem-Estar Animal (Combea), que faz parte da DMA. Atualmente, as pastas estão promovendo o “Censo Pet”, com o objetivo de identificar quantos animais e quais as necessidades deles em Urussanga. “As agentes de Saúde vão estar realizando a parte desse censo, e a prefeitura municipal, tanto no site da prefeitura, quanto presencialmente, ali na Diretoria do Meio Ambiente, o prédio anexo, a prefeitura, a antiga Câmara de Vereadores, está fazendo cadastro desses tutores e dos animais. Qual o objetivo disso? É a gente entender a situação que estão os animais e as pessoas que cuidam dos animais. Muitas vezes a pessoa não tem condição de castrar, mas tem interesse em que o animal esteja castrado”, explica.