Com quase 70 anos de história, as Damas de Caridade desenvolvem um importante trabalho em Urussanga. Recentemente, a associação empossou a sua nova diretoria. Rosa Maria Apolinário assumiu como presidente das Damas de Caridade e possui planos para divulgar ainda mais o grupo. A entidade foi fundada em 1955, pelo padre Monsenhor Agenor Neves Marques, com o objetivo de atender as famílias mais necessitadas. “As Damas de Caridade foram fundadas, foram criadas sob a tutela da igreja, sob as bênçãos da igreja e sob a orientação do padre Agenor. Depois a gente ficou muitos anos sem essa proteção, sem essa orientação. Agora, desde o ano passado, quem está nos auxiliando, nos orientando, é o nosso pároco, o padre Giliard, e que também tem novas ideias de trabalhos, porque o mundo avança, o mundo muda e a gente precisa mudar o foco de trabalho também”, comentou Rosa Miotello, integrante do grupo.
De acordo com a presidente Rosa, a intenção é interligar as outras entidades filantrópicas e associações sociais existentes na cidade para melhorar ainda mais os serviços prestados. Rosa Miotello complementa, explicando que a ideia é criar um cadastro único que as entidades tenham acesso para saber quais famílias recebem ajuda e as que não recebem. Isso porque muitos acabam recebendo mais doações do que outros. “A gente tem que se unir muito, muito, muito, fazer esse bendito cadastro que já é uma ideia que já vem há bastante tempo, para a gente não cair naquele ‘um ganha cinco, seis, outro não ganha, então eu acho que a gente tem que entrar em contato com esse povo e vamos abraçar, o que importa é Urussanga”, comenta a presidente. Rosa Apolinário e Rosa Miotello participaram de entrevista e falaram mais sobre as Damas de Caridade. Ouça na íntegra:
Atualmente, as Damas de Caridade contam com 40 integrantes e pretendem aumentar o número de voluntárias. “Agora a gente está convidando pessoas novas para oxigenar, para vitalizar, para dar força para esse grupo, porque a gente precisa de pessoas novas no grupo”, afirma Rosa Miotello. “Um dos trabalhos que a gente está pesando em fazer, é fazer um levantamento e começar a fazer um atendimento diferenciado com palestras, com orientação, com carinho, com visita, com apoio às mulheres que tiveram ou que estão passando com problemas de câncer”, acrescenta.




































