A Coordenação Regional de Estado da Infraestrutura tem acompanhando as demandas das rodovias do Sul catarinense. A principal delas tem sido a duplicação da SC-108, no trajeto entre Urussanga e Criciúma, passando por Cocal do Sul com um contorno viário. De acordo com o coordenador Altemir Ghisi, a expectativa é terminar os trechos 1 e 3 até a metade do ano que vem. Já no trecho 2, que é o contorno viário, há mais etapas a serem concluídas. O coordenador ainda comentou que há trechos que os trabalhos já estão mais avançados, como na região do Mampituba (apenas referência), que já possui as quatro pistas. “A gente procurou fazer um trabalho de jogar o movimento para o lado e para outro, sem muita interferência. Quando a gente consegue isso, automaticamente a gente também está facilitando no trânsito”, disse, acrescentando que os motoristas devem ter prudência durante a duplicação da rodovia, já que é preciso fazer o esquema siga e pare.

Altemir também falou sobre a SC-442, no trecho pertencente ao distrito de Estação Cocal. “É só a questão jurídica, mas ela está indo para o seu ponto final para depois a gente ter uma nova licitação”, afirmou, dizendo que a expectativa é de licitar uma nova empresa para as obras ainda neste ano. “Não é uma promessa, é uma expectativa. Trabalha-se muito nisso e, sempre lembrando, essas situações incomodam muito o governo. O governo não é conivente com isso, só que temos que seguir os trâmites judiciais, os pareceres jurídicos para que não ocorra nada depois ali na frente”, falou. “A meta do governador Jorginho é não deixar obra inacabada, então a 442 faz parte desse processo”, pontuou Altemir.

Ghisi ainda salientou sobre a SC-445, a rodovia Genésio Mazon, especialmente no trecho pertencente a Urussanga. Segundo o coordenador, as equipes têm realizado manutenções na rodovia. “Eu sei que a 445 nesse trecho de Urussanga está transitável, a gente tem passado por ali, tem dado atenção, mas a gente espera ter um tratamento melhor com ela, como também essa de Urussanga a Orleans, que eu sei que principalmente ali de Rio Maior em direção até o ponto ali onde duplica, eu sei que tem ali a região do Vale dos Figos, precisa de um atendimento especial”, disse. “Uma coisa que a gente tem feito na nossa gestão é estar circulando nas rodovias e presencialmente estar vendo a necessidade. Somos obrigados a eleger prioridades, algumas vêm de cima, mas, assim, a gente tem dado uma atenção especial para nossa região, com certeza”, complementou. Ouça mais na entrevista completa:

 

O coordenador abordou sobre a SC-446, no trecho entre Siderópolis e Treviso. Moradores e lideranças políticas têm cobrado algumas soluções, seja pela parada no trânsito por causa da passagem do trem, em Siderópolis, como por maior fiscalização na comunidade de Volta Redonda, em Treviso, onde recentemente aconteceu um acidente fatal. “A gente sempre precisa do parecer técnico com relação à circulação da rodovia, a gente tem feito as manutenções, tem estado presente, feito correções pontuais”, afirmou.

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