O comércio e outros trabalhos receiam, novamente, o fechamento das atividades durante a semana devido ao agravamento da pandemia da Covid-19. O novo Decreto Estadual suspende serviços considerados não essenciais em dois finais de semana. A Associação Empresarial de Criciúma (ACIC) afirma que o momento é bastante crítico, mas que não podem permitir que o setor produtivo seja responsabilizado pelo fechamento total. O comércio de Criciúma também busca medidas de contenção.

Segundo o presidente da ACIC, Moacir Dagostin, há uma grande pressão para que o governador Carlos Moisés decrete novas medidas, como o Lockdown de 14 dias. No ano passado, diversos setores foram prejudicados durante as restrições para conter o contágio do novo coronavírus, principalmente o comércio, restaurantes e eventos.

A ACIC está fazendo uma mobilização e chamando a atenção dos associados para que cumpram as medidas sanitárias impostas pelos Órgãos de Saúde para evitar o possível fechamento. “A gente precisa fazer com que as autoridades entendam que o problema não está no funcionamento do comércio. Pelo contrário, nós precisamos fazer com que a economia funcione, as industrias geram emprego, que geram renda e que geram, inclusive, os impostos para o pagamento das despesas na saúde. Então é isso que precisamos mostrar, que estamos juntos, preocupados, mas nós não podemos ser os vilões dessa situação”, afirmou Dagostin.

Confira a entrevista completa com o presidente da ACIC no programa Comando Marconi. Nesta segunda-feira (1°), Moacir Dagostin falou sobre os impasses reverentes a este momento preocupante que os setores estão passando.

Ouça:

 

Veja também a palavra do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Criciúma, Tiago Colonetti Marangoni. O presidente falou sobre a abertura do comércio e o medo com a pandemia.

Confira: