Uma reunião realizada em Urussanga discutiu a situação da saúde no município e o papel dos conselhos locais na identificação das principais demandas da população. O encontro ocorreu no final da tarde dessa segunda, dia 6, na sede do Legislativo, e contou com a participação de alguns vereadores, representantes dos conselhos, das Unidades Básicas de Saúde e de moradores. Ivan Vieira (PL), que promoveu o encontro, afirmou que apenas Izolete Duarte Viera (PP) e José Carlos José (PP) participaram da reunião, já que outros parlamentares alegaram compromissos. “Toda essa reunião foi gravada, vai ser montado um relatório, vai ser entregue para a prefeita para que ela tenha conhecimento”, afirmou Ivan. “Esse movimento é para que melhore a saúde, para que a saúde tenha mais atenção, porque não parece que está tendo essa atenção que precisa ter”, acrescentou.
A vereadora Izolete, que é a presidente do Legislativo, comentou sobre as reclamações referentes à saúde do município. “Hoje, um paciente vai ao médico, o médico pede os exames. Se demorar dois anos para sair um exame, como é que ele vai ter um diagnóstico e como é que ele vai dar um tratamento para esse paciente? É difícil, é complicado”, falou. Zé Bis também destacou sobre os problemas que estão sendo registrados pelos moradores de Urussanga. “A gente tem que melhorar muito a nossa saúde em Urussanga. Falta exames porque as pessoas vão ao posto de saúde procurar fazer o exame e não tem. Tem aquelas pessoas que têm dificuldade de acessar o aplicativo para marcar a consulta”, citou. O assunto foi abordado com mais detalhes em entrevista no programa Comando Marconi. Entenda na íntegra:
O representante do Conselho Municipal de Saúde do bairro Nova Itália, Gilnei Maldonado, afirmou que a população espera que as coisas aconteçam. “Parece que a população não está afim de enfrentar algo para melhorar”, falou, referindo-se a outros conselheiros e profissionais dos postos de saúde que foram convidados e não participaram do encontro. “Um paciente hoje com sangue oculto, se for levado em consideração o que diz a lei, ele tem o direito de ter o exame feito para o diagnóstico mais preciso em 30 dias. A lei determina isso. Por quê? Porque com isso ele tem a chance de 95% de saber se tem e poder tratar”, disse, acrescentando que, atualmente, em Urussanga, a previsão é de um ano e dois meses entre o pedido do médico até o contato com a clínica para solicitar os exames, conforme um documento datado dessa segunda, dia 6. “Ontem na reunião eu acho que foi bem produtiva e tem algumas coisas que a gente consegue melhorar”, destacou.






































