O empresário Guto Silva deve oficializar sua candidatura a vice-presidente administrativo do Criciúma nesta sexta-feira, dia 20. O candidato reuniu quase 80 assinaturas de sócios patrimoniais, número superior às 20 exigidas para disputar o pleito. A eleição ocorre no dia 15 de janeiro de 2025, no estádio Heriberto Hülse.
Entre os apoios recebidos, Silva destaca o do ex-presidente do clube, Antenor Angeloni. “Acho que é um dos apoios mais fortes que se pode conseguir no Criciúma. O Antenor não tem ideia da representatividade que ele tem no clube, e eu fiquei muito contente por ele poder me receber. Estamos chegando agora perto de 80 assinaturas no meu requerimento, e eu gostaria, estou me preparando, para ver se registro minha candidatura hoje”, disse Guto Silva em entrevista à Rádio Marconi nesta sexta-feira, 20.
O candidato rebateu a fala de Anselmo Freitas, seu adversário, que defende a ideia de priorizar investimentos no futebol, mesmo que isso signifique deixar a estrutura do clube em segundo plano neste primeiro momento.
“Futebol em primeiro lugar, mas estrutura sempre. Eu tive uma reunião com o presidente Guedes, e ele falou para mim: ‘Tens uma vantagem muito grande neste momento em que estás te colocando como candidato, porque vais chegar em um Criciúma que não precisa fazer nada. Eu já fiz tudo. Estruturalmente, eu já fiz uma reforma muito boa, já deixei tudo funcionando.’ Então, realmente, a visão é no futebol, mas deixar o patrimônio de lado? Não. Eu vou cuidar do patrimônio. Sabe por quê? Porque, há três anos, recebemos o clube destruído. O clube estava destruído em todos os setores. O trabalho do Guedes foi um trabalho excepcional. Ele conseguiu fazer futebol, conseguiu acessos, conseguiu títulos no futebol, deixou a estrutura organizada e deixou dinheiro em caixa. Então, para mim, ele provou que dá para fazer tudo: ser autossustentável, fazer futebol, ter títulos e cuidar do patrimônio”, afirmou.
Quem vencer a eleição para vice-presidente deve, em pouco tempo, assumir a presidência do clube. O atual mandatário, Alexandre Farias, deve se licenciar do cargo ou renunciar em fevereiro para assumir a presidência da Confederação Brasileira de Tênis (CBT).
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