Lideranças políticas e representantes da região seguem cobrando o Governo do Estado para o andamento da obra de duplicação da SC-108, entre Urussanga e Criciúma, passando por Cocal do Sul. No fim de outubro, vereadores e prefeitos eleitos da região estiveram em uma reunião com representantes da Secretaria do Estado de Infraestrutura. Desde então, tanto esses representantes quanto os deputados do Sul aguardam um cronograma definitivo para a conclusão da obra.
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Em entrevista, o coordenador da bancada do Sul, deputado Pepê Collaço (PP), afirmou que a obra tem um custo elevado para o estado, representando mais de R$ 220 milhões. Mesmo com esse orçamento, segundo o parlamentar, apenas 1,5% da obra foi executada até o momento, passados quase dois anos de seu início. “É natural que haja essa manifestação, essa angústia, essa pressão popular, tendo em vista que é uma obra que começou aí há dois anos”, afirmou. “A gente sabe que a complexidade é enorme, não é uma obra de fácil execução. Mas, porém, um ano e meio, a obra estava prevista para ser executada em dois anos, você ter apenas 1,5%, é inegável que vai haver uma angústia, um sentimento de que a obra está parando para quem está vendo ela no dia a dia”, disse. Ouça mais detalhes em entrevista:
Por esse motivo, sendo Collaço, a bancada do Sul fez a reunião com a Secretaria de Infraestrutura. “Cobrando da secretaria, principalmente nos trechos 1 e 3, que são os trechos com mais facilidade para o andamento, que ela tem uma celeridade maior. Nós sabemos que a partir do momento que o trecho 2 também tem essa complexidade da desapropriação, a empresa também não dá a celeridade que ela tinha que dar também no trecho 1 e 3. Então essa foi a cobrança que nós fizemos na última reunião, ficamos de ter uma reunião novamente com a Secretaria de Infraestrutura, que iria nos dar um cronograma mais célebre da obra e um cronograma para que a gente pudesse visualizar o passo a passo da obra. A secretaria nos pediu um prazo maior, depois do prazo findado, tendo em vista que agora eles vão notificar e vão ter uma conversa com a empresa responsável da execução, ou seja, se nós também não tivéssemos fazendo reunião e pressionando, talvez essas notificações e cobranças não estariam acontecendo. Então tem que estar apertando. Se não apertar, eu penso que a obra vai continuar do jeito que está, em ritmo muito desacelerado”, comentou.






































