A prática de pilates contribui muito para o alongamento do corpo, assim como a maior mobilidade, força e a sensação de disposição no dia a dia. Em Urussanga, a Clínica Levitare, do doutor Marcelo Neves, oferece o pilates com aulas personalizadas. “São exercícios que trabalham ali de forma global, buscando por uma maior mobilidade e alongamento, só que muita gente acha que é só isso, e aí quando chega lá que faz uma forcinha, vê que é muito amplo, que pega muito mais o equilíbrio entre tudo: força, mobilidade, alongamento. Tudo em conjunto buscando sempre um bem-estar geral”, contou Lívia Carara, acadêmica da 8ª fase do curso de Fisioterapia e que atua na clínica. “Ele é muito versátil, então a gente consegue adaptar desde lá do mais idoso até aquele que já tem mais consciência corporal, uma melhor postura. Desde o início, em poucas sessões, eles já conseguem relatar que dormiu melhor, que melhorou as suas atividades diárias”, acrescentou.
Segundo Marcelo, a técnica foi desenvolvida por Joseph Pilates durante a época da Segunda Guerra Mundial. “Ele viu que aquela cama da enfermaria, que tinha antigamente, tinha uma mola que tinha uma resistência que trabalhava tal exercício, tal músculo. Então isso ele foi adaptando ao corpo humano”, contou o fisioterapeuta. Dessa forma, o pilates conta com quatro aparelhos: cadillac, step chair, lader barrel e reformer. “Hoje, a essência continua a mesma, com as molas”, destacou Neves. Conforme Lívia, o pilates apresenta uma série de benefícios, como melhora da postura, aumento da flexibilidade e mobilidade, além da redução das dores, principalmente em casos de artrose, além de melhor coordenação motora.
Diferente do que muitos pensam de que o pilates é indicado somente para pessoas idosas, a técnica é recomendada para todas as faixas etárias. “O pilates para gestantes é bem interessante no pré-parto, uma preparação do corpo, que também vai ajudar no pós-parto e ali também nessa questão de fraqueza e postura corporal”, salientou Lívia, acrescentando que as turmas de pilates possuem até, no máximo, de 3 a 4 alunos. Isso é justamente para que o profissional possa acompanhar os pacientes mais de perto, para que todos eles façam os movimentos e exercícios corretos. O assunto foi abordado com mais detalhes em entrevista com Marcelo e Lívia no programa Ponto de Encontro. Ouça:
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