Após ação da Associação Sul Catarinense de Empresas Funerárias, a prefeitura de Criciúma suspendeu a cobrança de uma tarifa para a liberação de corpos no Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) e Instituto Médico Legal (IML) para pessoas que morreram fora do município. Em entrevista, o presidente da associação, Rangel Quaglioto, afirmou que a prefeitura criou uma lei que obrigava as famílias e as empresas funerárias a passarem pela central para fazer a liberação, além de cobrar uma taxa de R$ 173,44. “Tomamos todas as medidas cabíveis, sempre no passo a passo. Entramos em contato com a prefeitura, comunicamos o erro, eles falaram que a lei permaneceria. Aí fora isso, entramos em contato com o SVO e IML de forma oficial, eles comunicaram que não havia necessidade dessa liberação, eles não exigiriam essa liberação, porém mesmo assim Criciúma continuava a insistir na permanência da lei”, falou Rangel.

Segundo o presidente, a associação comunicou a presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Amrec, a prefeita de Urussanga, Stela Talamini, sobre o assunto, além de todas as Câmaras de Vereadores e secretarias de Saúde e Assistência Social. Nessa quinta-feira, dia 18, a prefeitura de Criciúma emitiu um comunicado suspendendo a cobrança da tarifa. “Realmente estavam errados, podemos assim dizer, fazendo essa exigência e principalmente a cobrança, porque é indevida, pois se o óbito não acontece dentro do município de Criciúma, ele não tem por que passar pela Central de Liberação em Criciúma e também pagar a taxa”, afirmou. “A gente diz que conquistamos mais essa vitória, eu digo uma vitória não para o setor funerário, mas principalmente para as pessoas que necessitam do setor funerário e, graças a Deus, demos mais um passo para a moralidade, para a transparência e para a ética do nosso setor”, acrescentou. Ouça mais detalhes:

 

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