Para ressaltar a importância de ser um doador de sangue, acadêmicos do curso de Biomedicina da Unesc estão promovendo um projeto que faz parte da disciplina de Hemoterapia. Além de reforçar a importância de doar sangue, o projeto também está ligado ao Dia Nacional do Doador, lembrado em 20 de novembro, e ao Dia do Biomédico, comemorado no dia 25 deste mês.

Na disciplina de Hemoterapia, os acadêmicos aprendem quais os critérios necessários para se tornar um doador de sangue, além de entender como funcionam os processos de doação. O projeto dos acadêmicos tem o objetivo de esclarecer mais sobre esses processos, além de mostrar os benefícios, principalmente para quem necessita das doações.

O programa Comando Marconi abordou mais sobre o projeto em entrevista com a professora do curso de Biomedicina, a biomédica Bethina Steiner, e com as acadêmicas Gabrieli Marangoni, Emilie Laudelino e Laura Maria Zaferino. Ouça na íntegra:

Parte 01

 

Parte 02

 

Para ser um doador, é necessário pesar no mínimo 50 quilos, além de observar o intervalo entre as doações. Os homens podem doar sangue a cada dois meses, enquanto para as mulher o intervalo é de três meses para cada doação. O doador precisa ter entre 16 e 60 anos idade. Além disso, é necessário observar a pressão arterial e a frequência cardíaca da pessoa, além de que ela deverá estar bem alimentada no dia da doação, sem ter consumido alimentos com excessos de gordura, já que isso pode afetar na qualidade do sangue.

Após a coleta, o sangue passa por vários processos que têm o objetivo de evitar que ocorra alguma reação ao paciente que irá receber. Todo sangue que é doado passa por exames de teste antes de ser liberado para quem precisa. É obrigatório que sejam feitas testes para seis doenças: HIV, chagas, sífilis, hepatite B e C e HTLV I e II.

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