Música e literatura. Foi isso que uniu o Grupo Cirandela, coordenado pelo casal de artistas criciumense Bruno Andrade Fachin e Priscila Schaucoski, que surgiu em 2009. Foi há 11 anos, quando os dois se conheceram em um projeto desenvolvido nos Centros de Educação Infantil (C.E.I) de Criciúma. Durante seis anos, o Grupo Cirandela levou a arte, a música e a poesia às crianças de 36 instituições de ensino infantil. Foi a partir daí, que as histórias geraram novas composições musicais, iniciando as primeiras iniciativas, como o Lá Vem Poesia, que conta histórias infantis, fomentando o imaginário das crianças. O Cirandela também conta com o espetáculo teatral Para Contar Estrelas, o projeto musical e audiovisual Pequenas Canções Para Tempos Isolados e outros.

Mas não é só, simplesmente, contar ou cantar histórias, é transmitir a emoção, encantar crianças e adultos, fazendo toda a família embarcar em um mundo imaginário. Uma delas é a fábula do sapo que queria participar da festa no céu, porém, essa festa era só para as aves. E as aves, começaram a caçoar dos animais que não podiam ir ao céu. No final, do que adianta ser o rei da floresta e não poder participar da festa? “quem dirá o jabuti, a lagartixa ou o siri?”, cantam Bruno e Priscila. Nessa história cantada, o sapo conseguir ir ao céu. Sorrateiramente, o sapo entrou na viola do urubu para ir a festa, e ele realmente conseguiu. “Ora, ora, vejam só, como o sapo conseguiu chegar no céu, um lugar tão alto, com aquele corpanzil?”. Só que na história, o sapo não teve essa mesma sorte na hora de voltar a terra. Isso porque o urubu notou o peso na viola, e chacoalhou ela, e o sapo caiu em uma pedra. Só que na lenda, um anjo apareceu e remendou todo o sapo, e é por isso que o sapo tem o corpo remendado. Isso é cantado as crianças no mundo da imaginação.

O grupo Cirandela, Bruno e Priscila, participaram do música ao vivo, o quadro das sextas-feiras do Ponto de Encontro. Ouça na íntegra os seus contos, imaginações e a história da dupla, que se transformou no casal:

 Parte 01

 

Parte 02

 

O Grupo Cirandela narra essa e outras histórias. A dupla ainda faz apresentações para o seu público infantil, nas escolas. Recentemente, em abril, Bruno e Priscila lançaram três novas canções, por meio do projeto Pequenas Canções Para Tempos Isolados. O projeto audiovisual aborda o tema do distanciamento social, que foi necessário durante o período da pandemia do novo coronavírus. O projeto teve apoio por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc. “Provoca-me Revolução”, “Barulhim” e “Faz Dias Que É Noite” formam a iniciativa que envolve teatro, música e arte.

Acompanhe as novidades do Grupo Cirandela, nas redes sociais: Site, Instagram e Facebook.