Conhecido como Setembro Amarelo, o nono mês do ano é dedicado à prevenção do suicídio em todo País. A celebração teve início em 2014 através dos esforços da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) que, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Centro de Valorização da Vida (CVV), organiza anualmente uma data com objetivo de prevenir e reduzir as taxas de suicídio em território nacional.

A campanha foi originada, inicialmente, nos Estados Unidos, quando um jovem de 17 anos morreu em consequência da depressão. Para homenageá-lo, seus amigos e pessoas próximas espalharam fitas amarelas com mensagem de apoio às pessoas que precisavam ser ouvidas. Neste contexto, o laço amarelo foi o escolhido como símbolo de prevenção e luta contra o suicídio.

O psicólogo da Secretaria de Saúde de Urussanga, Pablo Feltrin, falou sobre o tema e sua importância em entrevista ao Comando Marconi. Ouça na íntegra a conversa:

Parte 01

 

Parte 02

 

Parte 03

 

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), cerca de 800 mil indivíduos tiram a própria vida por ano. O suicídio é um fenômeno complexo e de causas múltiplas, que pode ser provocado por questões psíquicas, situações de vulnerabilidade social, luto ou transtornos causados pela pandemia da Covid-19, entre outras motivações.

No ano passado, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a variação da taxa de suicídios no Brasil foi de apenas 0,4% em relação a 2019, somando quase 13 mil mortes. Os estados com maior número foram São Paulo, Minas Gerais e Porto Alegre, respectivamente.

Encontre ajuda

É necessário estar atento aos sinais de risco para suicídio, entre eles estão: a depressão, desesperança, mudança de hábitos, perda de interesse por atividades antes prazerosas, entre outros. Por isso, através do site da campanha do Setembro Amarelo é possível encontrar psiquiatras ou federações associadas para acompanhamento, e Canal  – Centro de Valorização a Vida (CVV)  no site  https://www.cvv.org.br/quero-conversar/ também disponibiliza canais para emergências, como o número 188 que é gratuito para todo o Brasil.

Colaboração: Nayglon Goulart / Assessoria de Comunicação