A perda de xixi é causada pela incontinência urinária e não é normal. A ginecologista e obstetra, doutora Bianca Bez Batti De Pellegrin, explica que essas situações ocorrem quando há uma perda involuntária de urina durante o dia, em práticas de atividades físicas, caminhadas e outras ações, por exemplo. “Só pode ser considerado como normal lá na infância, quando a gente ainda não aprendeu a segurar o xixi, mas depois dessa fase não é normal”, ressalta a especialista. A doutora frisa que o principal indício de que há algo de errado com a mulher é quando a mesma se queixa sobre a perda do xixi.

De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a incontinência urinária afeta 45% das mulheres e 15% dos homens acima de 40 anos. “Pode aparecer em mulheres jovens, só que é mais frequente quando estamos próximo a menopausa. Outras características que tornam a incontinência urinária mais frequente é a obesidade, ou ainda a paciente com alguma doença pulmonar que tenha uma tosse crônica”, afirma. Além disso, mulheres que levantam muito peso e possuem pressão abdominal e o número de gestações também podem influenciar no aparecimento da incontinência.

Existem diferentes tipos de incontinência urinária e as paciente podem manifestar essa perda durante algum esforço, seja leve ou intenso. Por exemplo, ao tossir, espirrar, rir, levantar-se e também durante a prática de exercícios físicos. As manifestações também podem incluir urgência urinária, desejo súbito e imperioso de urinar, frequência urinária aumentada, durante o dia ou à noite. A ginecologista Bianca explicou mais sobre o assunto, as causas e consequências em entrevista ao Ponto de Encontro. Ouça mais detalhes na íntegra:

Parte 01

 

Parte 02

 

Outros hábitos comuns também podem contribuir para o desenvolvimento do problema e de outras infecções, como segurar a urina por muito tempo. Após a descoberta da situação, é necessário realizar um diagnóstico para identificar qual o tipo de incontinência, excluindo outras possibilidades que afetam a saúde feminina. “Geralmente a infecção urinária está associada a um quadro mais agudo, quando eu tenho, assim, dois anos de evolução, está mais relacionado a uma incontinência por enfraquecimento da parede pélvica, por exemplo”, explica.

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