Este mês é lembrado por o ser o Agosto Dourado, que conscientiza sobre a importância do aleitamento materno. O termo “dourado” foi escolhido por conta do leite materno ser considerado padrão ouro de alimentação, garantindo inúmeros benefícios e nutrientes a criança. Para as mães, o período de amamentação é marcado por incertezas e descobertas. A ginecologista e obstetra Bianca Bez Batti De Pellegrin explica que as mulheres podem encontrar uma série de fatores que podem dificultar a amamentação, como: fissuras e rachaduras nas mamas, inflamações e infecções, gerando dor e desconforto. No entanto, é muito importante que as mulheres façam o acompanhamento durante este período, que é crucial tanto para a mãe como para a saúde do bebê.

“A primeira dica é calma. Eu costumo falar que é como andar de bicicleta, a gente não saiu com ela andando sem dificuldade nenhuma. É um processo de adaptação, a mãe tem que aprender, o bebê tem que aprender”, frisa Bianca sobre o início da amamentação, principalmente sobre as mulheres que são mães de primeira viagem. A doutora também ressalta que é muito importante que as mães possuam uma rede de apoio, além dos profissionais da saúde, seja com os familiares, amigos ou colegas, para que possa ter a quem recorrer em casos de emergência durante a amamentação. A ginecologista Bianca deu mais detalhes em entrevista ao Ponto de Encontro. Ouça na íntegra:

Parte 01

 

Parte 02

 

“O parto normal, ou uma cesariana que é feita na paciente que entrou em trabalho de parto, que rompeu bolsa, que não escolhemos data e hora, tende a ser mais fácil esse processo. Porque o próprio trabalho de parto libera uma série de substâncias que fazem com que eu tenha estímulo ao aleitamento”, comenta Bianca. Este fator não significa, necessariamente, que a mulher que fez cesária não produzirá este estímulo. O que acontece é que este processo em partos normais é mais rápido, já em cesarianas pode levar um pouco mais de tempo. “Mas nos dois a paciente vai sim conseguir amamentar”, completa.

Não existe o tempo exato de parar de amamentar, tudo isso engloba alguns pontos na qual a própria mãe, junto com acompanhamento médico, irá analisar. A recomendação passada pela doutora Bianca é que seja feito a amamentação exclusiva, apenas o leite, para crianças de até seis meses. “Passou os seis meses de vida, a gente orienta que pelo menos até os dois anos de idade tenha o aleitamento materno. Depois disso é conforme a demanda da mãe e do neném”, afirma. Além disso, Bianca acrescenta que a mulher não precisa parar de amamentar o seu filho por conta da pressão externa.

Agende uma consulta com a ginecologista Bianca Bez Batti de Pellegrin:

Consultório Urussanga: Rua Vidal Ramos, número 170, primeiro andar, sala 5, centro. Telefones: (48) 3465-1798 / WhatsApp: (48) 9 9600-5079

Policlínica AAPIU: Rua Barão do Rio Branco, 330, Centro. Telefones: (48) 3465-2248 / WhatsApp: (48) 9 9801-4747

Consultório Orleans: Clinivida, Rua Vereador Afonso Zanini, número 351, Barro Vermelho. Telefones: (48) 3466-0671 / WhatsApp: (48) 9 9108-5418

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