Há 30 anos, aids era sinônimo de morte. O preconceito e o medo eram transmitidos com a mesma rapidez do HIV. O Dia Mundial de Combate à Aids, celebrado no último sábado (1), veio com boas notícias: Hoje é possível viver com HIV. O diagnóstico e o tratamento evoluíram. Os efeitos colaterais dos medicamentos foram reduzidos. Além da camisinha, existem novas estratégias de prevenção.

Atualmente, 75% das pessoas vivem com o vírus e conhecem seu estado sorológico. A meta da ONU é garantir que até 2020 esse número chegue a 90%, e desses, pelo menos 90% se tornem indectáveis – estado em que a pessoa não transmite o vírus e consegue manter qualidade de vida sem manifestar os sintomas da aids.

No Brasil, 92% das pessoas em tratamento já atingiram esse estado de estarem indetectáveis. Essa conquista, se deve ao fortalecimento das ações do Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, Aids e das Hepatites Virais (DIHAV), para ampliar a oferta do melhor tratamento disponível para o HIV. Exemplo disso, é que o país incorporou o dolutegravir como medicamento de primeira linha para tratar os pacientes.

Na manhã desta segunda-feira (3), o programa Ponto de Encontro recebeu a participação do Médico Infectologista da Secretaria de Saúde de Urussanga, Dr. Raphael Elias Farias. Em entrevista, o doutor esclareceu questões sobre o vírus e ressaltou a importância da informação no combate à discriminação. Ouça:

 

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