Gelson Merisio é pré-candidato a governador pelo PSD

Foto: Luis Debiasi/Divulgação
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Armamento, segurança pública, tecnologia, saúde, educação e os rumos que a política catarinense pode tomar nas eleições de 2018 entraram em discussão, ontem, durante o projeto “Sabatinas regionais com Gelson Merisio”, que trouxe o deputado estadual a Criciúma para discutir com jornalistas e lideranças. O encontro também marcou na cidade o anúncio da pré-candidatura do parlamentar a governador.

Um dos assuntos em pauta foi o rompimento do PSD com o MDB, partidos que há pelo menos oitos anos governam juntos. De acordo com Merisio, não há como continuarem porque o modelo representado pelo MDB não permite discutir convicções. “Ficamos atrelados à forma de gestão deles, que eu não concordo que sejam boas”, destaca.

PSD e MDB separados em 2018

Contudo, o pré-candidato defende que só depois das convenções de agosto, haverá firmeza para saber o rumo a tomar. No entanto, Merisio é contundente em afirmar que a base do partido em Santa Catarina apoia o seu projeto. “Dos 172 candidatos a prefeito que tivemos nas eleições municipais, pelo menos 165 estavam contra o MDB. Se a maioria decidir, eles vão além daquilo que os líderes do partido falam”, pontua.

Dez partidos

Além do apoio da base do partido, o pré-candidato conta, segundo ele, com pelo menos 10 partidos que o apoiaram. Entre eles, o Partido Progressista (PP), o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Partido Republicano Brasileiro (PRB). “Porém há uma posição minha e que eu vou defender com unhas e dentes dentro partido: nós não devemos estar com o MDB”, garante Merisio.

Fechamento de ADRs

O parlamentar foi enfático que uma das suas prioridades é a segurança pública. “Para investir é preciso enxugar e utilizar tecnologias”, acrescenta.

Um dos locais onde o pré-candidato antecipa que mexerá é nas Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs). “Quando eu falo de extinguir as regionais não importa se são 21 ou 36, trata-se trate do que elas representam. De um estado olhando para trás com uma ferramenta ultrapassada e cara”, enfatiza.

Defesa ao armamento

Tema polêmico em qualquer discussão, o armamento é defendido por Gelson Merisio. De acordo com ele, é preciso mudar o estatuto do desarmamento. “Uma coisa é o porte de armas, que precisa de pessoa qualificada para isto, outra é a posse de arma. Numa propriedade rural, por exemplo, precisamos permitir que o agricultor defenda sua família. Os conceitos foram banalizados e se deu ao bandido o poder de fazer estrago que quer porque sabe da indefesa das famílias. Isto precisa ser revisto, afinal, desarmar na plenitude e anunciar que não existe armamento é incentivar o meliante”, defende.

Informação do jornalista Matheus Reis – Portal DN Sul

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