O ministro da Saúde, Ricardo Barros, aceitou negociar a ampliação do custeio do Hospital Santa Catarina, desde que o Governo do Estado e os municípios vizinhos também contribuam. A proposta foi feita em reunião realizada nesta quinta-feira, com o secretário de Articulação Nacional, Acélio Casagrande, em Brasília.

“O Governo Federal não irá pagar esta conta sozinho”, enfatiza Barros. Acompanharam a reunião o senador Dalírio Beber; os deputados federais Valdir Colatto e Geovânia de Sá; o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro; e o presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) e prefeito de Cocal do Sul, Ademir Magagnin.

O acordo tripartite (União, Estado e Municípios) será construído no próximo dia 22, quando o assessor Especial do ministro, Sérgio Luiz da Costa, fará visita técnica e reunião de trabalho em Criciúma, envolvendo os secretários de Saúde e prefeitos dos municípios que compõem as associações: Amrec, Amesc e Amurel.

O ministro se comprometeu a dar um parecer definitivo logo após o encontro. Com isto, a expectativa é que a prefeitura de Criciúma possa manter a instituição funcionando sem a redução de serviços. “Iremos construir esta parceria tríplice, ver com quanto cada parte pode contribuir. São aproximadamente 64 municípios que utilizam a estrutura do Hospital Santa Catarina: a cada quatro pacientes atendidos, três são de fora da cidade, é preciso distribuir as despesas”, ressalta Acélio Casagrande.

Colaboração: Fernanda Rodrigues / Assessoria de Imprensa