Três ou quatro meias, a questão no Tigre

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Depois de um primeiro tempo ruim, a melhora do Criciúma diante do Santa Cruz, na terça-feira, aconteceu após a entrada de Alex Maranhão, no intervalo. Porém, a consolidação do bom momento do time se concretizou com a entrada de Erick Flores no lugar do centroavante Kalil. A alteração mexeu também com o sistema do time: ao invés de três, quatro jogadores de meio-campo.

Desde que chegou ao Tigre, o técnico Luiz Carlos Winck sempre atuou com dois volantes, um meia centralizado e dois chamados “extremas” – jogadores que atuam pelos lados do campo.

Ouça as informações do repórter Eraldo Luiz:

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