Governador inspeciona obras de pavimentação da Serra do Corvo Branco

Fotos: James Tavares / Secom

O governador Raimundo Colombo inspecionou nesta terça-feira, 18, as obras da SC-370, entre os municípios de Urubici a Grão-Pará, no Sul do Estado, passando pela Serra do Corvo Branco (SC-370). Ele percorreu de carro, os 53 quilômetros desse trecho da via.

“As obras estão indo bem e, na parte lá de baixo, o asfalto já avançou mais de 20 quilômetros, então ela já está na fase de conclusão. Aqui na parte de cima ainda faltam alguns quilômetros”, destacou o governador.

O terceiro lote da obra, consiste na ligação entre Grão-Pará, até o pé da Serra – cerca de 10 quilômetros acima da localidade de Aiurê – com extensão de 23,5 quilômetros. Neste lote, foram construídas três pontes, com investimento de R$ 41,3 milhões, do Governo do Estado por meio do Pacto por Santa Catarina. São mais de 18 homens e 12 máquinas trabalhando ao longo da via. Paralelo à pavimentação também acontece a construção de canaletas. Os 2,5 quilômetros faltantes estão em questão judicial para desapropriação de terra.

Colombo contou ainda que o grande desafio é na Serra. “A rocha no topo da serra, que estava oferecendo risco, já tem algumas alternativas de engenharia para resolver o problema. Agora os técnicos vão escolher a mais adequada, para poder dar a garantia”.

O trecho sinuoso da Serra, não pavimentado, possui 9,3 quilômetros, que liga Urubici à Grão-Pará. Essa parte da estrada tem um dos maiores cortes em rocha do Brasil, com 90 metros de altura, chegando a 1,1 mil metros de altura do nível do mar. A conclusão desta etapa poderá ser entregue ao Batalhão Ferroviário do Exército de Lages.

De acordo com o presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), Wanderley Agostini, essa semana o Exército formalizou o interesse em executar a obra. “Agora o projeto vai passar por uma readequação. O Governo do Estado vai executar essa readequação, e para o final de julho, deverá ser contratada nova empresa para refazer o projeto de pavimentação. Depois disso, o projeto será entregue ao Exército para cotação de valores”.

Colaboração: Rafael Vieira de Araújo  / Secom

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